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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

»♥« »♥« »♥« »♥« ... AQUELA PORTA ... »♥« »♥« »♥« »♥«

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O tempo segue, caminhando lento.

Ignorando minha maior verdade

Nessa cruel espera moram as horas

Alheias a dor da imensa saudade

E num turbilhão, as lembranças.

Intensas refletem nos meus versos

Ferem, reavivando os sentidos.

Trazem velhos sonhos já dispersos

Não demora, porque hoje preciso.

Ver a saudade viva no teu olhar

Aninhada, protegida em teu peito.

Quero ouvir outra vez, teu respirar.

Divisando teu olhar, já concluo.

Se tiver o brilho do teu sorriso

Chovendo assim em minha seara

Tenho tudo, e de mais nada preciso.

Quebre as amarras, viole os sentidos.

Revive o sonho, sem pressa de ir embora.

Quando trancar aquela porta, por favor.

Sem nenhum medo, lance a chave fora.

-A.D-

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