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Já freqüentei jardins tão desertos
já percorri caminhos incertos
sempre perseguindo uma flor.
Um trajeto que jamais foi vencido
antes do final, acabei perdido
nesses tortuosos caminhos do amor.
Estradas com curvas, que nunca nos avisam
uma estrada sem fronteira e sem divisas
mas que nunca recusei em percorrer.
Andando por desfiladeiros e grotas
fui colecionando dezenas de derrotas
fui em frente, era impossível esquecer.
Mas ainda hoje continuo insistindo
pelos mesmos caminhos, vou seguindo
os meus sonhos, não vou abandonar.
Sigo nessa estrada,de curvas e de retas
por que sei que todos os poetas
vivem com uma musa, a sonhar!
- Gil de Oliveira -





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